quarta-feira, 2 de abril de 2014

As Mil e Uma Lições de Coco Chanel

Olá, meninas!!
Tudo bem? 
Como vocês sabem li recentemente o livro "O Evangelho de Coco Chanel" e ameeeeiiii!!!! Ele tem muita informação histórica tanto da moda quando dos acontecimentos políticos da época em que viveu Coco Chanel. Já fiz três post's inspirados na publicação. Em um deles falei sobre a camélia, flor escolhida por Chanel para identificar sua grife. No outro com frases da estilista. E um terceiro sobre a volta de Chanel, que havia parado de trabalhar durante a Segunda Guerra Mundial. Ufa!!!! Muita coisa, né? Mas ainda tem mais... tem o começo de tudo isso!


Chanel queria livrar as mulheres da "montação" da época: anáguas, espartilhos, meias, e tudo que fosse incomodo e apertado. Buscou inspiração nas vestimentas masculinas. Porém, existiu resistência de início, pois pensava-se que a inspiração eram as mulheres de nível social baixo, que não usavam aquelas roupas exuberantes, mas que sonhavam com elas. Na verdade, Chanel buscou o conforto e a praticidade masculinas. Ela conseguiu deixar as mulheres elegantes e femininas, com vestimentas e acessórios do mundo masculino.


Hoje você usa calça, blazer e camisa social por culpa da Chanel que revolucionou o mundo da moda na década de 20 de tal maneira que as "coisas" permanecem assim até os dias de hoje. Só que ela não começou fazendo roupas propriamente ditas. Tudo teve início quando ela começou a fazer chapéu entre os anos de 1905 e 1912. Naquela época ela batizou sua loja de "Chanel Modes".


Mas para incorporarmos verdadeiramente o estilo Chanel, não precisamos obrigatoriamente usar Chanel. Muito do que usamos hoje em dia como colar de pérolas e conjuntinhos de tweed não são da marca Chanel, mas costumamos dizer que tem estilo Chanel.

O seu famoso "pretinho" básico foi criado em 1926. Além disso, ao buscar sempre roupas confortáveis, práticas e funcionais, inspirou-se nos trajes de equitação masculina e criou a calça de montaria e os bolsos nas calças, popularizando a peça no guarda-roupas feminino.


Grandes dicas de Chanel são: não consumir por impulso, "menos é mais" (ela dizia "tudo que devemos fazer é subtrair" e "antes de sair de casa, olhe-se no espelho e tire um acessório") e não aderir tendências (tanto que sua moda é considerada clássica e está presente nos dias atuais).


Aliás, sua moda clássica inclui: peças em preto e branco (inspirado na vestimenta das freiras do orfanato em que viveu), semi-joias (peças falsas e exuberantes, que imitavam o verdadeiro inspiradas nos presentes de verdade - safira, brilhantes e esmeraldas - que ela ganhava do Duque de Westminster), casaquinhos com cinto (inspirado na blusa de lã que emprestou do seu grande amor), saia justa/evasê, conjuntinhos, sapato bicolor e bolsa quadrada de matelassê. Tudo muito atual ou é mera coincidência?? Não! Tudo clássico!


Sua última coleção foi feita em 1970. Após, as peças da marca foram produzidas por outros estilistas, mas não eram (não são!) Chanel puro. Atualmente as produções estão por conta de Karl Lagerfeld.

E, antes de encerrar, o livro faz menção ao conjuntinho de tweed rosa usado por Jackeline Keneddy no dia da morte de seu marido. Até hoje não se sabe se era um Chanel legítimo ou uma cópia.

Amei fazer o post, amei ler o livro e espero que vocês tenham gostado desta publicação também!!
Beijinhos!!

6 comentários:

  1. Tou desejando o livro agora, parece incrível !
    Posso que não sabia NADA sobre ela ...

    No Estilo Gisele

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    1. Vale a pena, Gisele! Gostei muito!! beijoo

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  2. Estou querendo muito esse livro...e ainda quero ver o filme...
    Bjs bjs

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    Respostas
    1. Você vai gostar de ambos, Josele!!! Beijos!

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Obrigada pela visita e pelo comentário! Volte sempre!

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